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Shopping Patio Higienopolis abre o casarão Nhonhô Magalhães para visitação



Uma super dica de passeio para a família, para estudantes de arquitetura e “amantes” de locais históricos.
No próximo dia 28 de agosto, somente 160 pessoas poderão sentir a atmosfera dos anos 30, do século 20, ao visitarem o palacete de Nhonhô Magalhães, um barão de café, erguido à Avenida Higienópolis 758, tombado pelo Patrimônio Histórico, e que pertence ao Shopping Pátio Higienópolis.



 Em contínuo processo de restauro, o “palacete de Nhonhô Magalhães” será aberto, à visitação pública, como parte das atividades da II Jornada do Patrimônio Histórico, promovida pela Prefeitura da Cidade de São Paulo.
O casarão da Avenida Higienópolis 758, construído no início do século 20, pertenceu ao barão do café Carlos Leôncio de Magalhães e ostenta, em seus cinco pavimentos um estilo eclético, que fazia sucesso na Europa dos anos 30, com detalhes em marchetaria, lustres de ferro fundido, lambris de jacarandá entalhados pelo artista italiano Dinucci, vitrais belgas, mosaicos com vidro Murano e teto em madeira de lei ornamentado em gesso pintado em dourado. No subsolo, há ainda um pequeno teatro, erguido para entretenimento da família e seus convidados.
 Roteiro – Os visitantes serão recebidos no jardim onde poderão ouvir um pouco da história do palacete.  O grupo será então guiado pelo interior do casarão, passando pelo seu saguão principal, pelo andar superior e primeiro subsolo, com destaque para a área do teatro e belvedere; a saída será pelo jardim, com vista para a área Boulevard do Shopping Pátio Higienópolis. O percurso tem duração estimada de 45 minutos.
 Curiosidades – O palacete foi construído entre 1930 e 1937, seguindo o estilo europeu da época.  Cada quarto tinha originalmente uma pintura diferente, sempre imitando tecido, com padronagens típicas de castelos franceses.  Existe uma pequena capela inspirada no Mosteiro dos Jerônimos, de Lisboa; com madeira entalhada, da escada principal e que leva a esta capela, exibe símbolos religiosos. No subsolo, há um o anfiteatro, com capacidade para cerca de 50 pessoas sentadas e na sala principal (térreo), um balcão para saraus e apresentações musicais. A história conta que Leôncio de Magalhães não chegou a morar na mansão. Morreu um ano antes da sua conclusão – mas a mulher Ernestina e os cincos filhos, solteiros, moraram ali por cerca de 15 anos.  A partir de 1974, o casarão serviu de sede para a Secretaria da Segurança e Delegacia Anti-Sequestro, que preservou a estrutura geral da casa.

 Serviço
Data:  28 de agosto, às 10h, 11h, 14h e 16h, mediante inscrição prévia.

Inscrições prévias: até dia 25 de agosto, pelo email casaraohistorico@spmj.com.br e telefone (11) 3289-2699 (horário comercial). 
 As inscrições se encerram quando os quarto grupos (total de 160 pessoas) forem formados. 
Cada grupo será formado por ordem de inscrição

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